Carlos Otelo e Nilza Dedêmona

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

HORÁRIOS DA PEÇA


A peça será sempre em duas sessões.
Nos dias 5,6 e7, a primeira sessão é as 19h e a segunda é as 21h.
Nos dias 12,13 e 14, a primeira sessão é as 20h e a outra é as 22h.
Preço do ingresso: R$ 20,oo

sábado, 30 de outubro de 2010

Teatro


Quem não conhece teatro acha que é tudo muito fácil, só decorar as falas e apresentar.
É muito mais que isso!!!!
Teatro é uma das mais belas artes criadas no mundo. Você pode ser quem quiser, não há limites para a criatividade (existe a moral, mas ela não interfere na maioria das vezes).
É paixão, se entregar ao personagem e dar tudo de si na performance; e para atingir a perfeição (ou quase isso), é preciso muito ensaio.

Na verdade, existem muitas teorias sobre o surgimento do teatro. Nenhuma até hoje foi comprovada pois há mais especulação do que provas.
Antropologistas ao final do século XIX e no início do XX, elaboraram a hipótese de que este teria surgido a partir dos rituais primitivos. Outra hipótese seria o surgimento a partir da contação de histórias, ou se desenvolvido a partir de danças, jogos, imitações.
O conceito do que entendemos hoje por teatro é originário do verbo grego "theastai" (ver, contemplar, olhar).
O primeiro evento com diálogos registrado foi uma apresentação anual de peças sagradas no Antigo Egito do mito de Osíris e Ísis, por volta de 2500 AC. A palavra 'teatro' e o conceito de teatro, como algo independente da religião, só surgiram na Grécia de Psístrato (560-510AC).
As representações mais conhecidas e a primeira teorização sobre teatro vieram dos antigos gregos, sendo a primeira obra escrita de que se tem notícia, a Poética de Aristóteles.


O que há em uma peça? Elenco, cenário e um roteiro. Quando eles estão em harmonia, a peça se torna um espetáculo maravilhoso. Poderia dizer perfeito? Há quem diga que o "perfeito" não existe e quando se chega a perfeição, é porque algo deu errado. Quem sabe?
Deixo aqui a pergunta: Otelo e a Prisioneira do Castelo poderá maravilhar a multidão?

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A PEÇA

O cenário usado é o próprio Castelinho do Alto da Bronze - que fica na Rua Vasco Alves com Fernando Machado, e atualmente se constitui como mais um centro Cultural da Cidade. Suas pedras abrigam oficinas de escultura, desenho, pintura, caleidoscópios, literatura e teatro. Famoso em porto alegre por ser construído por Carlos Eurico, um aficionado por Castelos que deixou no imaginário coletivo de Porto Alegre uma história de ciúme e cárcere privado. O texto costura e faz uma releitura do espólio do imaginário popular sobre a prisioneira do Castelo do Alto da Bronze. Mistura passagens da obra de Willian Shakespeare Otelo e De Nietzsche. O público vai circular pelo espaço histórico do Castelinho.